A Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) é uma das signatárias de um manifesto internacional lançado durante o 2º Congresso Ibero-americano de Genética Médica e Medicina Genômica, realizado de 8 a 10 de outubro, em Múrcia, na Espanha. O documento alerta para os riscos de desigualdade no acesso à medicina genética e genômica, especialmente entre pacientes com doenças raras nos países ibero-americanos.
Segundo o texto, a falta de políticas públicas que garantam o acesso equitativo às tecnologias genômicas pode ampliar as desigualdades já existentes entre países e dentro de cada sistema de saúde. O manifesto propõe que governos e instituições priorizem a inclusão dessas tecnologias tanto no diagnóstico precoce quanto no tratamento de doenças genéticas.
Para a presidente da SBGM, Dra. Ida Vanessa D. Schwartz, o documento reforça um debate urgente:
“Esse manifesto vai ao encontro do trabalho que a SBGM vem fazendo no Brasil, de alertar sobre a importância de termos políticas de saúde pública que garantam o acesso equitativo a tecnologias genômicas, tanto no que se refere ao acesso à medicação como para o diagnóstico.”
A SBGM também estará presente no congresso, representada pela vice-presidente, Dra. Angelina Acosta, e pelo diretor científico, Dr. Salmo Raskin, que participam das discussões sobre os desafios e avanços da medicina genômica na América Latina.
O encontro reúne especialistas, pesquisadores e representantes de associações de pacientes de diversos países, com o objetivo de promover cooperação científica e políticas inclusivas no campo da genética médica.

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