O recente decreto de estado de emergência em Belo Horizonte, anunciado pelo prefeito Álvaro Damião, reflete um momento crítico: o aumento exponencial de casos de infecção respiratória aguda grave (SRAG). Esse quadro tem gerado uma superlotação nos prontos-socorros e hospitais da capital, pressionando a capacidade de atendimento tanto na rede pública quanto na privada.
Diante dessa situação, as clínicas de transição, como a Paulo de Tarso e a Suntor, tornam-se peças fundamentais para o fluxo do sistema de saúde. Elas atuam como um elo vital, recebendo pacientes que já passaram pela fase aguda da doença em hospitais gerais, mas que ainda possuem fragilidades ou necessitam de suporte clínico especializado e reabilitação antes de retornarem para casa.
Ao absorver esses pacientes, as clínicas de transição liberam leitos de alta complexidade nos hospitais de agudos, permitindo que as urgências e emergências sejam atendidas com maior rapidez.

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